Collective & Transgenerational Trauma in Brazil

Trauma coletivo e transgeracional no Brasil

Facilitadores: Adriana Mascolli Fontes & Giselle Charbonnier; aprendizes: Rita Brown, Komala Amorim, Monica Alexandra Dominguez
Idioma: Português

Nossa principal intenção é iniciar e promover o engajamento de uma comunidade comprometida com a exploração do trauma coletivo no Brasil. Através desta comunidade, iremos nos conectar com nossas raízes, histórias e vivências para criar um mapa de referência dos traumas coletivos no Brasil. Em paralelo, construiremos capacidades para trazer a consciência grupal a influência e impacto destes traumas coletivos na cultura brasileira e nos nossos condicionamentos (comportamentais, somáticos, emocionais e cognitivos). Através de encontros mensais, nos propomos a: 1. Criar um espaço seguro e profundo para a exploração da história do trauma no Brasil 2. Experienciar, a nível da sensopercepção, o corpo ferido e a arquitetura interna da terra do Brasil e do seu povo 3. Fortalecer o nosso discernimento entre nossos traumas e vivências pessoais em relação aos traumas coletivos enraizados na história e cultura brasileira 4. Identificar e fazer contato com os recursos disponíveis no campo:: natureza, arte, cultura, etc. 5. Incorporar a esse recipiente coletivo as capacidades provindas do trabalho e dos ensinamentos do Thomas Hübl e com elas expandir nossa capacidade de estar presentes durante os momentos de desconforto , nos permitindo apoiar e conter os movimentos naturais de sanação

Perguntas Iniciais para pesquisa/exploração mais abrangente

  • Quais são os eventos e influências essenciais que formam a base do trauma coletivo no Brasil?
  • De que forma o trauma coletivo e transgeracional influenciam na construção da identidade brasileira e moldam a cultura brasileira?
  • Como o trauma coletivo e transgeracional influenciam e governam os diferentes relacionamentos no Brasil: 1. entre brasileiros (de diferentes origens – Índios/povos nativos, africanos, portugueses e outros povos europeus, etc…) e nossa habilidade de nos relacionarmos uns com os outros 2. entre os brasileiros e outras culturas (eg. outros povos latino americanos, europeus, africanos, norteamericanos…)
  • Como o uso que fazemos da linguagem reflete e reforça as consequências desses traumas coletivos?
  • Como o trauma coletivo e intergeracional se expressa nos movimentos do dia a dia no Brasil (ex. padrões de migração, sistemas de educação e de saúde, responsabilidade pelo ecossistema)?
  • De que forma o trauma coletivo e intergeracional se expressa em tempos de crise (ex. Covid-19, emergências climáticas, movimentos por justiça social, polaridades políticas)?
  • É possível criarmos coletivamente um modelo para espaços comuns que apoie a integração e a cura desses traumas?

(i) entre brasileiros (de diferentes origens – Índios/povos nativos, africanos, portugueses e outros povos europeus, etc…)

(ii) entre os brasileiros e outras culturas (eg. outros povos latino americanos, europeus, africanos, norte-americanos…)

Convidamos os participantes a se comprometerem em

  • Participar dos encontros mensais de duas horas nos oito meses de duração do lab (Nov20-Jun21);
  • Iniciar um trabalho de reflexão pessoal que inclui a sua conexão individual e histórico familiar ligado ao Brasil (iremos oferecer um guia com algumas perguntas para reflexão que solicitamos ser iniciado antes do começo do lab e expandido ao longo dos meses de trabalho);
  • Elaborarem perguntas auto reflexivas a serem compartilhadas antes do início do lab;
  • Participar em explorações/práticas em trios (uma vez ao mês a partir de 2021) para o desenvolvimento de habilidades que fortalecem a coerência de nosso campo;
  • Aprender e honrar os princípios de Comunicação Transparente como referência para nossa exploração em grupo (compartilharemos no lab alternativas para o mesmo):
  • Ter uma prática contemplativa consistente ao longo da duração do Lab;
  • Ter os recursos necessários de apoio ao seu trabalho pessoal conforme forem surgindo possíveis gatilhos;
  • Assegurar não estar sob a influência de drogas. 
  • Assumir confidencialidade – todo compartilhamento pessoal dentro deste Laboratório deve ser mantido confidencial. Os nomes dos participantes não devem ser compartilhados, nem descrições a respeito dos mesmos.
  • Assumir auto-responsabilidade por sua saúde – este Laboratório não fornece /substitui  um espaço para terapia ou tratamento.

Por favor, mencione em sua aplicação se possui dúvidas ou preocupações com relação a algum destes compromissos.

Gostaríamos também de convidar os participantes deste lab a contemplarem as seguintes perguntas ao longo da nossa exploração:

  • Como eu participo na integração deste trauma e como eu o perpetuo?
  • Como meus ancestrais participaram deste trauma?
  • Como contribuo com o processo de alterização (separar certas coisas como sendo do outro ou outros, aquém ou além de mim)?
  • Como meu privilégio ou ausência de privilégio se vê enredado neste trauma?

Tamanho Máximo do Grupo: 30

Frequência e duração dos encontros: 1 encontro mensal, sessões de 120 min. Possível continuação dos encontros após os primeiros 8 meses, para o qual iremos consultar com os participantes se há interesse.

Hora: 13hrs – 15hrs de Brasilia

Datas dos encontros: 25 Nov, 16 Dez de 2020; 13 Jan, 24 Fev, 24 Mar, 21 Abr, 26 Mai, 23 Jun de 2021

Convidamos para o lab:

  • Participantes que já tenham feito um trabalho pessoal substancial (com exploração de trauma individual/familiar) para que haja uma sólida base para a exploração do trauma coletivo. Isto é fundamental para a segurança do nosso grupo e coerência do nosso campo.
  • essoas de diferentes áreas de trabalho a fim de reunirmos inteligências diversas nesta exploração (ex. terapeutas, cientistas do trauma, artistas, educadores, empreendedores sociais, historiadores, coaches…)
  • Representação das diferentes regiões do país, assim como diversidade de raças, gênero, orientação sexual, idade, religião e históricos diversos.

Lab Team

Adriana Mascolli Fontes
é uma Coach Executiva e Facilitadora de processos em grupo com mais de 20 anos de experiência em desenvolvimento organizacional e de liderança, e coaching de indivíduos e equipes. Ela combina vasta experiência de trabalho no ambiente organizacional com a concepção e facilitação de experiências holísticas de aprendizado em grupo. Ela é facilitadora e coach junto a Mobius Executive Leadership e a Sangha Leadership Group, e Coach Ontologica certificada pela ICF (International Coaching Federation). Ela é treinada em diversas modalidades como Somatic BlueprintTM,, Sistema Familiar Interno (IFS), Liderança Encorpada (LE) e Trauma Familiar Herdado. Adriana vem estudando com Thomas Hübl desde 2014, é graduada do Programa Pocket Project e do Timeless Wisdom Training nos EUA. Nascida em São Paulo, ela vive atualmente vive na Califórnia nos EUA.

Giselle Charbonnier
é Coach, Psico-somaticista e Traumaterapeuta, Facilitadora de Constelações Familiares, e Consultora de Programação Neurolingüística e Psicologia Transpessoal com mais de 20 anos de experiência profissional, e mais de 25 anos de prática sustentada de yoga e meditação. Dirige workshops e formações, e também trabalha com indivíduos internacionalmente. Faz parte da equipe de assistentes do Pocket Project, e é assistente e mentora no Timeless Wisdom Training liderado por Thomas Hübl. Trabalhou como Arquiteta durante mais de 10 anos, e em 2003, decidiu seguir um chamado mais profundo para trabalhar em tempo integral com modalidades de vanguarda para cura de traumas pessoais e colectivos. No entanto, o seu amor pela arquitetura ainda encontra expressão na sua capacidade de pensar sistemicamente e de lidar com estruturas e questões complexas. Nascida no Uruguai, desde há muitos anos viaja extensivamente para o trabalho e formação contínua, e agora tem a sua casa na comunidade de Findhorn, Escócia.

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As aplicações para este laboratório estão agora fechadas devido ao alto interesse.

Collective & Transgenerational Trauma in Brazil

Facilitators: Adriana Mascolli Fontes & Giselle Charbonnier; trainees: Rita Brown, Komala Amorim, Monica Alexandra Dominguez
Language: Portugese

Our intention is to start building the foundation (the creation and shaping of a coherent field) for collective trauma exploration in Brazil. In this lab, we will connect with our roots, stories, experiences and create a reference map of collective traumas in Brazil, while creating capacities to witness and bring to collective consciousness the influence and impact of these collective traumas in Brazilian culture and on our conditioning (behavioral, somatic, emotional and cognitive). Through monthly gatherings we would like to: Create a safe and deep space for our exploration on the trauma history in Brazil – where we can gain skills and enhance our capacity to connect and listen to the collective field while collecting information that will support us to create a group timeline of the collective trauma in Brazil; Experience a felt sense through our group exploration of the wounded body and inner architecture of the land and its people; Identify and connect to the resources available in the field: nature, art, culture, etc.; Embed capabilities from Thomas Hübl’s work & teachings into the collective vessel; Start building a coherent collective vessel that can host a healing process;

We will be exploring

  • What are core historical events/influences that inform collective trauma in Brazil?
  • How do collective and intergenerational trauma influence the construction of the Brazilian identity and shape the Brazilian cultural architecture?
  • How does collective and intergenerational trauma in Brazil influence/govern relationships:
    • – amongst Brazilians (of the different lineages – Native/Indians, Europeans, Africans) and our ability to relate to each other?
    • – between Brazilians and other cultures (eg. Hispanic Latin Americans, Portugueses, Africans, other Europeans, North Americans …)
  • How does our use of language reflect and reinforce the consequences of these collective traumas?
  • How do collective and intergenerational trauma in Brazil show themselves in day to day movements (i.e. migration patterns, educational and health systems, responsibility for the local ecosystem)?
  • How do collective and intergenerational trauma show themselves in times of crisis (e.g. Covid-19, climate emergencies, social injustice movements)?
  • Can we collectively create a model for coherent we-spaces that can support the integration and healing of these traumas?

Participants are asked to commit to

  • Attend the monthly gatherings for the first 6 months.
  • Do some pre-work upfront the beginning of the lab around their personal connection and family history in Brazil : Self-reflection questions to be shared ahead of the start.
  • Commit to building/enhancing your skill-set for our exploration together by:
    • Take “The Art of Transparent Communications” (self-paced online course from Thomas, 7 sessions of 90 min) or/and.
    • Join a Transparent Communications Practice Group in Brazil/any other region – where we will share and practice the principles of Transparent Communications.
  • Have a consistent contemplative practice throughout the duration of the lab.
  • Have the resources to support their personal work as the triggers arise.
  • Ensure to be free from the influence of drugs.
  • Assume confidentiality – all personal sharing within this Lab will be kept confidential and names of other participants will not be shared, nor will they be described.
  • Assume self-responsibility for your health – this Lab does not provide therapy or treatment.

We would also like to invite participants of this lab to be sitting and considering the following questions throughout our exploration

  • How do I participate in the integration of this trauma and how do I perpetuate it?
  • How have my ancestors participated in this trauma?
  • How do I participate in othering?
  • How is my privilege or lack of privilege entwined with this trauma?

Max. group size: 30

Time: 1pm – 3pm Brasilia time (Please check here to find the time in your location)

Dates: Monthly, Nov 25, Dec 16 2020; Jan 13, Feb 24, Mar 24, Apr 21, May 26, Jun 23 2021

Specifically invited

  • We would like to invite participants that have done substantial personal/trauma work to have a solid base to build the collective trauma exploration.
  • We would also like to invite people from different fields to combine intelligence in this exploration (i.e. therapists, trauma scientists, artists, educators, social entrepreneurs…)
  • We would welcome having representation of the different regions of the country amongst participants and as well having diversity of race, gender, sexual orientation, age, religion and cultural backgrounds.

Lab Team

Adriana Mascolli Fontes
is a seasoned executive coach and facilitator with more than 20 years of working experience in organizational and leadership development, and team and individual coaching. She combines business experience with practice in designing and facilitating holistic group learning experiences. She is a senior facilitator and coach with Mobius Executive Leadership and Sangha Leadership Group, a certified ICF coach (International Coaching Federation). She is trained in Somatic BlueprintTM (near graduate), Leadership Embodiment and Inherited Family Trauma. Adriana has been studying with Thomas Hübl since 2014, she is a graduate of the Pocket Project Program and near graduate of the Timeless Wisdom Training Program in the US. She is originally from Sao Paulo, Brazil and currently lives in the Bay Area in the US.

Giselle Charbonnier
is a Coach, Psycho-Somatic and Trauma Therapist, Family Constellations Facilitator, and Neuro Linguistic Programming and Transpersonal Psychology Consultant with over 20 years of professional experience, and over 25 years of sustained yoga and meditation practice. She leads workshops and trainings, and works privately with individuals internationally. She was part of the Pocket Project Training assistant’s team, and she is assistant and mentor at the Timeless Wisdom Trainings led by Thomas Hübl. Having worked as an Architect for over 10 years, in 2003, she decided to follow a deeper calling to work full time with leading-edge modalities to heal personal and collective trauma, yet her love for architecture still finds expression in her capacity to think systemically and to deal with complex structures and issues. Born in Uruguay, since many years she travels extensively for work and further training, and now has her home in the community of Findhorn, Scotland.

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